segunda-feira, 23 de maio de 2011

Roberto Aparici e sua dinâmica interativa

Para encerrar os trabalhos do primeiro dia na 9ª JORNATEC Roberto Aparici coloca na prática seu tema para a conferência de encerramento “ As Redes de Aprendizagem e os Desafios da Educação...e chama o público para participar de forma interativa...utilizando recursos tradicionais e tecnológicos como celular, MSN, twitter...entre outros.
Ilustrou suas palavras com vídeos que visavam a reflexão sobre as práticas tradicionais e as novas praticas com a utilização das tecnologias...para surpresa de todos as práticas continuaram sendo as mesmas e as ferramentas tecnológicas tinham um papel ilustrativo caracterizando uma falsa mudança. O professor utiliza ainda hoje uma metodologia  1.0 como denomina Aparici, ou seja, o professor utiliza novas tecnologias para trabalhar com velhas práticas. E daí surge a pergunta: De que adianta a tecnologia se a metodologia continua a mesma?
Para Roberto Aparici, as METODOLOGIAS = NOVAS TECNOLOGIAS, devem seguir o modelo 2.0 defendido por ele, ou seja uma metodologia onde todos possam ser internautas e ao mesmo tempo produtores de seu conhecimento.

Tecnologias digitais e práxis docente por Antônio Zuin

O professor Zuin falou em sua palestra para educadores sobre o papel do professor como “freio de emergência”.
Segundo Antônio Zuin, os alunos dominam as tecnologias na formação de comunidades e através das diversas redes sociais  criam elos de comunicação, o professor precisa se conscientizar de que é a sua atitude  que deve levar o aluno a parar para pensar...o chamado freio de emergência.
O professor deve saber como fazer para que o aluno possa ressignificar as palavras  e contextos através das novas tecnologias.

EAD – Palestra de Fredric Litto - Jornada para Gestores

Para o professor Litto, EAD é mais do que cursos.... é APRENDIZAGEM A DISTÂNCIA.
“O passado foi essencialmente caracterizado por uma sociedade de escassez” e hoje podemos ter acesso ao conhecimento através das tecnologias digitais que nos permite cópias iguais aos originais, mais econômicas e sem limites.
Para ele o aluno puxa o conhecimento e o professor empurra e cria movimentos de aprendizagem. Entre eles está o desenho instrucional por que permite ao professor ter  a clareza de que ordem o assunto ou conhecimento vai ser apresentado para que efetivamente se torne significativo para o aluno.

Conferência de abertura com Professor Antônio Nóvoa

Hoje fomos abrilhantados com uma maravilhosa cerimônia de abertura da Jornada Catarinense de Tecnologia Educacional – 9ª JORNATEC,  e da 1ª Mostra de Serviços SESC e SENAC/ SC. O evento contou com a presença de autoridades, representantes do sistema FECOMÉRCIO – SESC/SENAC, palestrantes, gestores ,educadores e estudantes. 
Abrindo o evento tivemos a palestra do ilustre professor Antônio Nóvoa ( Lisboa) com o tema “Nada substitui um bom professor”, onde defendeu a ideia de não fecharmos a educação num pensamento dicotômico, é preciso encontrar uma terceira saída. Ser educador é abrir novos mundos, novas vidas. Com as palavras do escritor e filósofo francês – Michel Serres “Renascido eu conheço, eu tenho piedade, então eu posso ensinar”,encerrou sua palestra afirmando que: Renascido –significa que precisamos ter  consciência de nós mesmos  para remexer o conhecimento e que  aprendizagem implica em trabalho sobre o conhecimento.
Eu tenho piedade – significa que eu me preocupo com o desenvolvimento do outro, ou seja refere-se  a dimensão ética do compromisso do professor.
Eu posso ensinar – significa que ser educador é abrir novos mundos e novas vidas...enfim Nada substitui um bom Professor!!

Pré – evento abre a 9ª JORNATEC com sucesso

Aconteceu  no último domingo(22/05) no Hotel SESC Cacupé o pré-evento da 9ª JORNATEC com  as oficinas, Neurobiologia da Memória  sob a responsabilidade da professora doutora Ligia Moreiras Sena, Design Instrucional com Laura Coutinho e Daniela Papelbaum, mestres em Educação e Informática e Construindo a identidade e diferença na prática educativa com Reinaldo Fleuri  doutor em Educação e Maria Conceição Coppete mestre em Educação e Cultura.
Participaram das oficinas cerca de 182 pessoas de diversas partes do Brasil que dividiram –se em grupos e realizaram as dinâmicas de trabalho.
As dinâmicas  foram bem diferenciadas com dança circular, uma dança voltada para a vida buscando o movimento de religar e de conexão com o seu eu e a energia dos colegas, onde educadores aprendem a perceber o outro e a si mesmo como parte integrante de todo o processo de identidade e prática educativa. Exercícios que nos conectavam as diferentes memórias que vamos conservando desde a infância e atividade coletiva de construção e problematização  de temas que podem ser desenvolvidos a distância.
A interação do público foi significativa e muitos foram os elogios tecidos as propostas desenvolvidas.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Computadores assustam professores

Uma pesquisa realizada em parceria pela Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, com a empresa Oi Futuro, juntamente com Ibope revelam que o mundo virtual ainda é um território que causa muito medo em muitos professores. A pesquisa ouviu 5.505 docentes e constatou que cerca de 53% dos professores admitiu ter dificuldades em lidar com tecnologia na escola por várias razões.  Entre 1.532 diretores de colégios entrevistados, a porcentagem também foi de 53%. O levantamento ouviu 25.145 alunos: 40% disseram ter problemas para usar a informática nas unidades de ensino.
Entre os professores, 35% disseram usar bastante a tecnologia em sua profissão, mas admitiram ter dificuldades em aproveitar seu potencial; 11% alegaram simplesmente não usar por falta de habilidade; outros 7% informaram não usar por outros motivos como falta de interesse ou acesso. Já entre os alunos, só 18% disseram usar muito a tecnologia, mas com dificuldades. Apenas 3% assinalaram não usar a informática por falta de habilidade. A maioria, 19%, apontou problemas como falta de interesse ou acesso para não usufruir a tecnologia. Apesar de acusarem a falta de habilidade, os docentes querem aprender: 83% apontaram os cursos de informática como os mais importantes para o aperfeiçoamento da sua atuação profissional.
 A pesquisa foi realizada entre maio e julho de 2010 e só foi divulgada agora, como parte da preparação para um projeto ousado da prefeitura do Rio.
Para George Moraes, vice presidente do Instituto Oi, Futuro, até  pouco tempo, havia uma relação de poder onde o professor era o detentor da informação. Era uma via de mão única. O que estamos notando agora é que os alunos estão um pouco à frente dos docentes, mais familiarizados com tecnologia. E os professores ainda não estão preparados para a aplicação pedagógica. Esse descompasso revela a necessidade de um processo de treinamento e acompanhamento dos profissionais.
Mais informações acesse o site: http://www.jornaldaciencia.org.br/ 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Uma máquina chamada memória

Memória é a capacidade de reter e recuperar informações um processo que produz alterações no nosso comportamento, permitindo que o indivíduo se situe no presente, considerando o passado e o futuro. Ela fornece as bases para todos os nossos conhecimentos, habilidades, sonhos, planos e anseios.

 Memória é, portanto, um aspecto central da existência humana. Assim, o conhecimento de sua natureza e bases biológicas é essencial para se entender a psiquê humana e desenvolver terapias relacionadas com as doenças cognitivas.

De acordo com  pesquisadores, nossa personalidade depende de duas variáveis: o acervo genético, que controla os lineamentos básicos da individualidade, e as recordações, que moldam e determinam as nossas características mais marcantes. A biologia tem se dedicado profusamente ao estudo do primeiro destes fatores, mas, até recentemente, negligenciava a análise molecular dos processos que controlam a formação, expressão e armazenamento duradouro de nossas lembranças. A complexidade do objeto de estudo do cérebro e em especial do sistema nervoso central na espécie humana exige tal interface de pesquisas que não se limita a biologia celular ou molecular. Alguns conceitos básicos pertinentes à neurobiologia da memória e sua interface com a psicologia cognitiva e a biologia molecular, permeiam a vida cotidiana em distintos níveis, modulando os processos que nos permitem desde datilografar ou realizar uma simples operação matemática até escolher parceiros e tomar decisões estratégicas.

A neurobiologia é um termo que reúne as disciplinas biológicas que estudam o sistema nervoso, especialmente sua anatomia, fisiologia e evolução.Destaca-se no grupo das Neurociências por se tratar de um recorte específico num grupo mais amplo de práticas e teorias que caracterizam tal ramo do conhecimento.

O tema será abordado de maneira bem dinâmica na etapa pré-evento Jornatec pela professora Ligia Moreiras Sena,graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista – UNESP. Mestre em Psicobiologia pelo Departamento de Psicologia e Educação da Universidade de São Paulo – USP. Doutora em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC.

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