sexta-feira, 8 de abril de 2011

Bullyng na escola ou pela internet

Um em cada cinco estudantes já sofreu bullyng pela internet e as agressões virtuais chamadas de Cyberbullyng são muito comuns nos dias atuais.
A violência psicológica ou física praticada entre jovens ganhou nova dimensão, com o avanço da internet.
O bullying (nome dado às agressões) tem feito ainda mais vítimas na rede. Pesquisas realizadas em escolas de todas as regiões do país, tanto particulares quanto públicas com alunos  do ensino fundamental mostram que, enquanto quase 10% dos jovens dizem terem sofrido maus tratos no ambiente escolar, 17% passaram por isso na internet. No Sudeste, o índice mostrou-se ainda maior e chega a 20%.
A maioria das vitimas do Cyberbullyng costumam se calar, ato chamado de “sofrimento silencioso”.

Os agressores que usam a internet têm uma falsa sensação de anonimato e impunidade. Mas segundo advogados e especialistas em internet as leis brasileiras são aplicáveis, sim, à internet e quem comete um crime no mundo virtual pode ser punido.
Quem sofre violência na escola ou pela rede acaba perdendo o entusiasmo pelo ensino, a concentração e pode ainda desenvolver problemas mais graves como depressão e outros distúrbios de comportamento.
Fato que pode explicar se é que existe explicação para o massacre vivido ontem ( 7/04) em escola pública no Rio de Janeiro.
Alguns especialistas acreditam que o efeito psicológico do massacre na escola Tasso de Oliveira que vitimou 12 estudantes abalará a rotina de outras escolas do Rio de Janeiro e de todo o Brasil.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Ensino Médio: Currículo Flexível


O ministro Fernando Haddad deve homologar hoje  mudanças no ensino médio.
O Conselho Nacional de Educação (CNE) apresentará hoje  ao ministro Haddad parecer para tornar mais flexíveis as orientações curriculares do ensino médio brasileiro.
O ensino médio tem sido considerado o  ciclo educacional que concentra os piores indicadores de qualidade da educação básica no país.
O professor Francisco Aparecido Cordão, conselheiro do CNE, explica que o documento permitirá que cada escola ou rede - municipal ou estadual construa o próprio currículo, com ênfase no mercado de trabalho e em conteúdos de ciência, tecnologia ou cultura.
Segundo Cordão,  o tema vem sendo estudado desde 2008 com base nas experiências do programa do Ministério da Educação (MEC) Ensino Médio Inovador (EMI), que injeta recursos federais em escolas públicas com projetos de inovação curricular.

Na avaliação do CNE, a reformulação curricular do ensino médio forçará o MEC a reforçar suas ações. Segundo a pasta, o EMI repassou mais de R$ 30 milhões a 357 escolas previamente selecionadas em 18 estados, totalizando 296 mil matrículas.

A Escola SESC de Ensino Médio, em Jacarepaguá, no Rio, aderiu ao EMI no final de 2009. A principal alteração do curso foi a mistura das matérias tradicionais com atividades extracurriculares e de capacitação profissional.
Do total de alunos da primeira turma (2010), 90% passaram no vestibular , 78% dos quais em universidades públicas.

A unidade é o primeiro modelo de escola-residente do SESC e atende alunos em tempo integral.
A matéria completa pode ser acessada pelo site http://www.jornaldaciencia.org.br/

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